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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Pequeno Sarau!


Desejos

Nesta noite beberei o vinho
que me trás em tua taça
E me deixarei levar
por tuas insinuações.

Me entregarei ao vicio teu
E nesta vaga luz difusa
deixarei-me ao acaso
dos desejos, ensanos, meus.

Dos vinhos mais carnais,
tintos, tais profanos,
derramarei pela seda
-do teu linear.

Volto à realidade nua e crua
mergulharei em mentiras,
tuas, mais absurdas.

Entregarei-me a noite
E no absinto do netuno
afogarei-me em seus humores.

(Dolandmay)



Melodia da saudade

Na dor de minha saudade
Ouço em silêncio cada pulsar
Bates em versos à eternidade
O coração que não sabes falar
Pela alma pura que me dizia:
Jamais no mundo ficaria triste
Pois meu coração alegre fazia
Outro Amor para mim não existe.

Tudo parecia verdade
Que jamais seria assim
Fostes, deixou a saudade
O Amor que jurastes sem fim

(Tudo parecia verdade
Mas fostes, me deixou assim
Se não jurastes em maldade
O Amor que jurastes sem fim!)

(Dolandmay)

Aquele Diário raro...

Aquele diário raro...
de sentimentos vários
era um confidente mudo
que sabia de tudo
...dos segredos
...dos medos
...das dores
...dos amores
...do mundo

Aquele diário raro...
violado num segundo
não registrou essa dor
aquela criança chorou

Aquele diário raro...
daquela já adolescente
que chora e sente
em seu mundo de sonhos se fechou

Aquele diário raro...
nunca mais escutou
aquele diário raro
...rasgado?
...queimado?

Aquele diário raro...
que fim levou?
aquele diário morreu
quem mais sofreu???

Aquele diário raro...
...ERA MEU...

...Marisa de Medeiros...



Romantismo...

Meu romantismo é calor
Está na lua...no mar...no ar
No brilho das estrelas
Pra bordar o amor

Regado com vinho
No cálice laços dourados
Sonhos alados
Desejos despertados

Flores lindas...

Aguça e atiça a imaginação
É mais que atração
As vezes de salvação
Outras de perdição

Você me pega no colo
Olhos nos olhos
Dois grandes faróis
Iluminando os lençóis

Me encanta...você encantado
Extasiado de amor
Percorrendo caminhos
Intensificando os carinhos

Suado me olhando
Continuo sonhando
Fazendo acontecer
eu e você...

Marisa de Medeiros

DEIXE COMO ESTÁ!

Palavras já foram ditas
Fui clara e cristalina
Exteriorizei meus mais
Secretos sentimentos
Te mostrei minhas fases
Escancarei minhas alegrias
Desfolhei minhas tristezas
Inundei em choro incontido
"Aquela" decepção
Te descrevi em poesia
Fui tua companhia
Em noites quentes
Madrugadas frias
Li nas tuas linhas
Os adjetivos que me
Atribuías
Me achando fenomenal
Mulher divinal
E na hora do aconchego
Você revelou-me seu medo
Medo de sair magoado
O coração machucado
Não soube se desarmar
Para o amor poder chegar
Então...
Deixe como está!
Pensei ter chegado nossa hora
E mesmo te amando loucamente
Eu simplesmente irei embora.

Simplesmente Teresa

SONETO TRISTE

Eu canto em verso este amor que sinto
Chorando espraio as dores que me sondam
Gritando espanto fantasmas que me rondam
Quem me vê rindo vai pensar que minto

Só mesmo em sonho consigo estar contigo
Rasgando o véu que envolve o teu rosto
No cruel tempo tão breve que é imposto
Penso alcançar este querer antigo

Se faz tão tarde e a noite me envolve
Lançando o manto negro que a veste
Deixando em mim a alma e o corpo inerte

E se o bem e o mal são passageiros
Já não me iludo com todos meus anseios
Perdi o sono, morro em devaneios!

Simplesmente Teresa



É O FIM

Procurou-me... Aceitei-te
Conquistou-me
Assim ficamos por anos.
Eu conquistada... Enamorada
Apaixonada
Você... Conquistando
Esnobando
Exigia tudo... Não retornava nada.

Hoje
Desnudou-me com olhos secos
Dizendo não ter por mim
Amor, paixão
Que nunca inspirei magia, sedução
Ficou a meu lado
Sem estar apaixonado
Por agora foi sincero...
O meu mais lindo amor
E o mais doce pecado

Chorei
Senti tristeza
Tão pequena a seu lado

Assim na incerteza de ir decidi
Não mais sussurrar em seu ouvido
Meus sentimentos, meus segredos
Meus pensamentos
O meu amor por ti

Você nunca disse não
Nunca disse sim
Ficou no meio (comoção?)
Entre o amor e a razão

Engoli o choro
Vou retomar minha vida
Não vejo outra saída
Seguirei outros passos
Sem direção
Bebendo grandes goles
O gosto da solidão

É o fim
Apesar do silêncio
Tenho pensado assim
Convicção certeira
Que no seu coração ficará
Um bom pedaço de mim

Adeus
Para você e para mim
Chegou o fim!

Rô Lopes

Cantilena

S'imbora entoar uma canção de ninar gente grande
Embalar os sonos de breves instantes.
Passear em teus olhos, pernoitar em tuas faces,
Cantando ajeitados os derradeiros.

E nesta cantilena preservar o tempo,
Configurar a névoa, em frias cadências,
Identificar o gosto, o alácre formado
Na açucena que reverbera no teu céu palatal.

E cantando e vociferando o cântico
Cantar-te-ei ligeiro e embalar-te-ei docemente,
Observando o balançar da cortina,
Deixando as réstias ornadas de sol
na frágua manhã, ainda, primaveril!
Ornar os teus lábios, os teus seios, teus navios.

Há um sabor alácre, há um adocidado.
Há o som do vento.
O imaginar-se, o fechar de olhos,
O barulho tênue que atravessa a vidraça.
Há o teu semblante, a rua, as alamedas.
Há o teu perfume sutil atravessando esquinas.
Hà o citrino da manhã de abril.
E também o desmaio um quase febril. Um encanto. Uma atmosfera.

Há o adormecer, o pertencer a esta imagem evocada do acaso.
Da plena e intempérie bonança.
A palavra, a miragm. Há a fim a risada, o vinho decorado de champagne.
Sem ornelas, sem azeitonas, há cerejas.

Há as ligeiras, as farpas, as domingueiras, as muitas manhãs do teu nome, os muitos desdobramentos de menina um tanto.
Há neste algoz um bom dia, neste trato tua tinta, neste abraço tua menina, uma jardineira em flor. Uma camélia desmaida, uma figura, um traço, um perfil. Um sobrancelho, um cartaz, um aviso.

Há esta parada que não se sente.
Doce lado envolvente e a canção.
Que fica a martelar, a canção alegre. A canção.
Só há cançao. Só há canção. Só há canção.

Só há ... muita festa, muito jeito, muita ligeireza, esnobando a estreiteza.
Um teu pensamento em meu volátil verso.
O meu acamado e doce espanto, o ar de abril adamantino.
A espetacular presença de uma mesma outra vez mais jogada aqui, metaforizada na cantiga e neste luto adormece,
Uma paz e ... apraz.

Kátia Torres Negrisol

Amor e docilidade

Com o olhar cheio de malicia
meio sonolento,ele se faz veloz.
Ele me atiça me chama de querida,
e pausando a mão que me vigia,
com um beijo terno,e a voz macia,
surpreende-me,com tuas caricias...

O amor absolve o quarto todo manto.
Insinuando-se cheio de intimidade,
atraindo-me com olhar terno e encanto,
comovida, a minha docilidade,
junta-se ao teu perfume,ao teu pranto.
(Autora: Marina Nunes )




Sentimento dos Amantes!

Ah!
Como é gostoso
Tocar com os lábios,
Os lábios
De quem amamos.
É alimentar um fogo,
Que nos arde
As entranhas,
E depois,
Depois,
Fica o gosto do mel,
E das chamas,
Essa gostosura
Que só habita em
Nós os amantes.
Que jamais
Saberemos viver sem,
Sem o beijo,
Sem o fogo,
Sem o gosto...

Paty Padilha

Fogo da paixão

Nas madrugadas
Uma cascata de lembranças suas
Cai de meus olhos
Os desejos ainda sentidos
As juras de promessas
Com a alma entorpecida
Vaga no espaço
Alimento-me nos sonhos
Vivo a vida sem mistérios
Sei que nos seus braços
Sempre fui barco á deriva
Andando por estradas desertas
Espero que meus passos
Cruzem com outro alguém
Que me abrigue com carinho
Ao longo do caminho
E me faça descobrir
E acreditar novamente
No fogo da paixão.


Kátia Claudino Caetano Pereira
Kátia Pérola _ (arquivo)


Amar Livremente

Vem, vem pra dentro de mim
Guarda-me em teu olhar
Vem, vem sem medo
De ter que ficar.
Vem, vem com carinho
Nos meus braços se aninhar
Vem, vem sem pressa
Em meu corpo se deitar.
Vai, vai quando quiser
Sem olhar pra tras
Vai, vai com jeitinho
De quem logo, irá voltar.
Vai, vai e leva
A chave da porta
Estarei aqui, caso você volte.
Vem, vem quando puder
Vai, vai quando quiser
Você é livre pra chegar
E continuará livre, para partir.

Cassia Da Rovare



"Caso alguém pergunte por mim,
diga que levitei até o firmamento,
fico à espera de uma estrela cadente
que me conduza à alguma janela
que tenha visão para o paraíso."

Denise Flor©

QUEM SOU EU...

Ninguém se sabe em saber,
mas tu me sabes quem sou:
sou tua luz da chama acesa
depois que o fogo apagou...

Por encantos de um feitiço
ou por vícios da esperança,
sou uma presa do capricho
de trazer-te na lembrança...

Sou partes não separadas
de nós dois numa unidade
como as rosas num jardim...

Sou o anjo que me seguiu
em busca de todo o amor
que estava dentro de mim.

Julis Calderón




Relato a força do amor
Exprimo aqui uma revelação
Meus poemas brotam no coração.
Alojam-se e criam raízes.
Para os corações serem felizes!
Relato a força do amor
Forte como a águia e a condor.
Exprimo com certeza.
Que é do mundo a maior beleza!
A alma almeja esse calor.
Os olhos refletem com ardor.
A vida fica diferenciada o céu estrelado.
Quando somos queridos e amados!
Reanima e acende luz.
Os olhos vêem e o coração traduz.
Apaga a dor e a tristeza.
E evidência a beleza!
Notifica que somos importantes.
Dentro do coração amante.
Os raios de luz permeiam e fascinas
Pois somos criaturas divinas!
Renovas e repõem às energias
A alma canta com paz e alegria.
Descobre essa fonte de fascinação.
Deus é nosso pai, e nós irmãos!
Hortência Lopes


É majestade

Conserva o amor em alto apreço.
Concordo desde o começo.
Movem a terra os anjos do céu.
O amor merece o mais lindo troféu!

Quem ama exerce com espontaneidade.
O coração enche de atividade.
O amor brota no coração.
Nasce flor em toda a estação!

Sadio e pelo jardim perfumado.
Satisfeito com o amor doado.
Bate com muita alegria
É majestade na bela poesia!

É do ser humano a soberania.
O estímulo da cidadania.
É a sensação do dever cumprido.
É o cativante abraço amigo!

É a lágrima com o lenço secada.
Palavras sábias articuladas.
É o socorro na hora certa.
E o amor cumpre a meta.

O silêncio respeitado
Falar quando angustiado.
Saber sempre ouvir.
Ter certeza de um melhor porvir.

Então o amor será coroado
Pela fé e por ter sempre acreditado.
Dos lábios, livros e das poesias.
Palavras de amor são puras magias!

Hortência Lopes


cidade real

Um transeunte na avenida barulhenta,
Um conto de romantismo sem desigual,
um poeta de bronze no pedestal de concreto...
tentando ser imortal.

Mais um homem caído na esquina,
após um dia de trabalho duro,
mais um salário que no bar termina.
destino obscuro!

Um garoto deitado no ponto,
Uma familia pedindo esmola,
um pedestre desvia de pronto,
mais um fumo que se enrrola...

Um grito na rua deserta, desperta...
um assobio desinteressado,
mais fumaça na janela aberta,
e eu apenas leio o jornal do desempregado!



Mando Mago Poeta



Venha.....


Venha me ver meu amor
estou com tanta saudades
deixe em minha boca um beijo
quero sentir
o roçar dos seus dedos
em meu corpo

ter nos meus olhos
um pouco da luz dos seus
um abraço....
palavras sussurradas
em meus ouvidos

o respirar apressado
em meu pescoço
a pressão de seu peito
contra meus seios
um pouco de prazer

queria tanto
meu corpo envolvido
por seus braços
e quando se for
deixe comigo
a certeza do retorno

e na volta traga seu sorriso
os labios entreabertos
para o beijo
sedento de desejos
louco para me amar


Maria Bonfá


A arte é atrativa e glamorosa
Desloquei os olhos para apreciar.
A arte era o motivo de alegria contagiar.
Silenciosamente observei.
Aquela tela atrativa fluía luzes.
Irradiava misto de emoção as cores.
Como a natureza é primorosa!
Dom e talento que se renova.
Domina o pincel é criativa.
Produz encanto, magia significativa!
Suave coordenação motora.
A paisagem toma forma.
Grama e capim, um pé de jasmim,
O majestoso mar, um querubim.
Em finas camadas fica bem ilustrado.
Pinta bela tela com tons mesclados.
Tinta fresca e verniz
Segura na mão o aprendiz.
Vibra com o olhar.
E a arte começa a amar.
O coração artista a se emocionar!
A paisagem delineada com tanta graça.
A natureza esplêndida no jardim da praça.
Pintou na tela o arco-íris refletido.
E o glamoroso tom dourado do arrebol.
Dois enamorados apreciando o por do sol!
Hortência Lopes


Juro Jurar

Vivo inventando verdades
E jurando mentiras!

Vivo sonhando acordado e,
Juro que não quero dormir
Para não voltar à realidade!

Vivo dizendo te amo e,
Juro que não sinto este amor!

Vivo escrevendo poema pra ela e,
Juro que é tudo mentira!

Vivo cometendo delitos e,
Quando for pego,
Vou jurar dizer a verdade,
Nada mais que a verdade!


Pergentino Júnior

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13 Comentários:

  • oi Marta.. vc como sempre generosa..obrigada de coração pelo carinho e oportunidade que vc me da..amo vc amiga querida.. e parabéns pelo seu trabalho.. beijos

    Maria Bonfá

    Por Blogger maria, às 16 de abril de 2009 11:52  

  • Sempre que vejo um texto meu aqui me sinto muito feliz!

    Beijos Marta!!

    Por Blogger Pergentino, às 16 de abril de 2009 17:11  

  • Obrigada querida Marta!É tanto carinho e dedicação! Fico com uma imensa alegria no coração.E agradeço a Deus por ter uma amiga
    como você!Que sempre incentiva e dá oportunidade.Você é muito linda!
    Um encanto de pessoa.Parabéns pelo nobre gesto!
    É uma satisfação enorme ver meus poemas neste belo Sarau.
    Beijos!

    Por Blogger hortencialopes, às 17 de abril de 2009 12:43  

  • [b]Minha querida Marta!... obrigado!
    Tu não sabes o quando me deixas feliz!... Beijos na alma da Poeta que AMO!

    Por Blogger Dolandmay, às 17 de abril de 2009 21:06  

  • Oi minha linda,Grande poetisa MARTA PERES!Que emoção!Você surpreende e supera toda e qualquer e expectativa!Você cuida com um carinho de fazer inveja a qualquer mortal,srsr...a nossa vã Gramática,ainda naõ criou um adjetivo para qualificar vc...tenho certeza que todos que a conhece...agradece a DEUS por vc existir.Eu te adoro!Vc sabe disso!Parabéns pelo seu trabalho e pelo SER HUMANO lindo que vc é!Beijos na alma!

    Por Blogger Marisa, às 20 de abril de 2009 13:07  

  • Justa homenagem que faz Marta Peres ao meu adorável amigo
    Antônio Poeta.

    As folhas do livro da
    vida vão sendo condignamente
    preenchidas à medida que com generosidade os poetas ali deixam seus escritos.

    Amo ser poeta!

    Mírian Warttusch

    Por Blogger Mírian Warttusch, às 20 de abril de 2009 16:08  

  • Muito justa a homenagem prestada ao poetamigo Antônio Poeta, neste espaço de O Rebate - Marta Peres.
    Antônio, por força dos reveses da vida, iniciou a sua vida poético-filósica já aos 48 anos de idade.Encontrou, inicialmente, em sua duas filhas - Flores de inspiração e Poesia - uma fonte de vitalidade e transbordamento das emções, para suprir, na vida, a perda irreparável de sua esposa.Assim,se dedicou de corpo e alma à Poesia e à Filosofia, a fim de superar e entender as mazelas da vida através dos versos que brotam do coração; e dos pensamentos filosóficos que lhe servem de matéria indispensável à apreensão de múltiplos conhecimentos.
    Em face disso, o poeta em comento, já conta com alentada obra virtualmente publicada, maravilhosos poemas e pensamentos à disposição do público leitor, para apreciação e deleite.Vale a pena conferir a sua magnífica obra.
    (A.) J.Udine 21-04-2009.

    Por Blogger Udine, às 21 de abril de 2009 10:55  

  • Marta como sempre você maravilhosa poeta e amiga carinhosa.Obrigada pela oportunidade neste maravilhoso espaço "o Rebate", obrigada também de coração belo belissímo e sensível trabalho em divulgar meu texto neste lindo recanto poético,entre maravilhosos e queridos amigos poetas que amo amar, amando e respeitando cada um com seu jeitinho de ser.Aproveito novamente este espaço e parabenlizo mais uma vez a justa homenagem prestada ao poeta e amigo Antônio Poeta, neste espaço de O Rebate - Marta Peres.
    Muito obrigada amiga do peito Marta Peres!
    beijos....
    eneqeav.
    kátia pérola

    Por Blogger KÁTIA PÉROLA, às 21 de abril de 2009 19:54  

  • KÁTIA PÉROLA disse...
    Marta como sempre você maravilhosa poeta e amiga carinhosa.Obrigada pela oportunidade neste maravilhoso espaço "o Rebate", obrigada também de coração belo belissímo e sensível trabalho em divulgar meu texto neste lindo recanto poético,entre maravilhosos e queridos amigos poetas que amo amar, amando e respeitando cada um com seu jeitinho de ser.Aproveito novamente este espaço e parabenlizo mais uma vez a justa homenagem prestada ao poeta e amigo Antônio Poeta, neste espaço de O Rebate - Marta Peres.
    Muito obrigada amiga do peito Marta Peres!
    beijos....
    eneqeav.
    kátia pérola.

    Por Blogger KÁTIA PÉROLA, às 21 de abril de 2009 19:55  

  • Nossa, Marta. A gente entra aqui e não consegue sair... Quantos poetas lindos e talentosos vc reúne neste espaço tão seleto e tão acolhedor... Alguns conhecidos, outros que nem sabia existir, mas que agora passam a ter meu carinho e admiração... Quem sabe faz! E a você, talentosa e tão generosa, Marta, tiro meu chapéu e me inclino em reverencia, pela excelencia dos teus maravilhosos poemas, que sabes há muito, me encantam!
    Parabéns a ti e a nossa vaidosa poesia!
    Beijok desta tua fã incondicional.
    Marisa Rosa.

    Por Blogger *andorinharos@, às 21 de abril de 2009 20:04  

  • Querida amiga Marta Peres, é muito bom estar aqui! Quantos poemas maravilhosos! E eu te digo que entrar aqui é fácil, o difícil é sair, mas, prometo voltar mais vezes e muito obrigada por me convidar para estar aqui, porque afinal, quem ganha sou eu! Bjs, amiga! O teu carinho é contagiante!

    Por Blogger Marlene, às 23 de abril de 2009 14:59  

  • Toda manifestação de alma,torna possivel acreditar na revolução social no mundo...
    historicamente os poetas caminham escrevendo liberdade,fraternidade e igualdade de sonhos humanos...
    amo amar o amor,pois dele nasçe a possibilidade de conheçer as almas que buscam e lutam pelo amor como fundamentação de vida e felicidade...

    beijos de vida,
    claudinha poeta 2009

    Por Blogger CLAUDINHA POETA 2009, às 26 de abril de 2009 17:29  

  • OLÁ, QUERIDA MARTA!

    É UM PRAZER VISITAR ESTE ESPAÇO...

    SEU CARINHO PELA POESIA E PELOS POETAS É UM IMPULSO E UMA ALEGRIA.


    PARABÉNS PELO BELO TRABALHO!

    BEIJOS.

    Por Blogger JULENI ANDRADE, às 26 de abril de 2009 17:53  

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