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quinta-feira, 1 de maio de 2008

Série Novos Talentos!




Um novo talento dentro da literatura vem despontando, deixando um rastro de perfume em forma de poesia. Marisa Rosa Cabral é o seu nome!
Encantadora poetisa, marca seu espaço dentro da literatura brasileira, mais um talento no nosso vasto Brasil.
Ler os poemas de Marisa é prazeroso nos leva a sonhar estando acordados.





Teu hálito desata o laço divino
E me libera inteira, toda... Como os versos de Camões
Teu beijo tem o sabor da fruta mais doce
Aquela que nunca provei, mas imagino doce...
E tua pele tem o toque de um veludo carmim
E arde em mim, sabê-la assim, suave, morna...
Teus braços, dois portais em que lúcida atravesso
e insana me perco...

Ah, teu corpo tem o mesmo perfume que o mar desprende
No suspiro das ondas, orvalhando graça em mim ...
E é lindo este esboço de você
Que contemplo possuída, nua
ás tuas ruas distantes...

Marisa Rosa




Um ponto de partida...

Teremos um segredo apenas.
Segredo só nosso do qual falaremos
uma língua codificada de onde
ninguém poderá ter a chave.

Desse segredo invulgar e pessoal,
deixaremos que teçam impressões
impróprias próprias da especulação,
mas nos manteremos firmes, sem alterações.

A partir dessa escrita passa ele a existir,
embora já exista por si só, na natureza e
no mistério do Deus Todo Poderoso e Soberano.
A partir desse momento, seremos meta e alvo.

Guardaremos o coração das críticas vorazes,...
Desses falastrões destruidores de sonhos
e das lamúrias mentais de tantos
segredos que deixaremos de sê-lo...

Lembrando sempre, que segredo
só é segredo mesmo se guardado a um,
a dois, deixa de ser
segredo e passa a ser idéia, e
idéia são pra todos, segredo não.

Marisa Rosa.


Basta!

Deixa tudo assim, largado como está!
Não quero fazer nada, é tarde pra tentar mudar!
Quero apenas, ficar guardada dentro de mim...
Acuada num canto escuro de minh’alma cingindo o silencio
Não. Não fale nada!
Tuas desculpas já não convencem e de nada adiantam agora,
Que a última pétala caiu
A rosa maculou...
E a chuva já derrama seu pranto
Nesta noite que em mim se precipita...

Marisa Rosa.


Agonizo em Dúvidas

Agonizo em dúvidas!
Repreendo um bem querer que não posso e,
sofro por não podê-lo...
Um sonho que não dorme...
Um mal que não se consome.


Agonizo em dúvidas!
por saber que é divino
o amor que te devoto e me
auto-flagelo por sentí-lo...

Agonizo em dúvidas!
pelo ar que me roubas à virtude do dia
pela paz que não doas a guerra de minha agonia
pela trégua que há léguas de mim está e,
não chega,
e torço nunca vê-la chegar!

Agonizo em dúvidas
vendo meu tempo passar em branco
como as páginas deste amor que não ouso!
(Marisa Rosa)


Lua ou Loucura?!

Não me encontre teus beijos
em noites de lua cheia
pois,nestas minha alma vagueia
ao encontro de outros beijos,
olhares e sexos clandestinos que comigo viajam ocultos.
Estranho,
este meu delírio em ressucitar extintos amores...
insano fascinio que,
por mais, que me negue a ir
a lua suspira e me leva...
atravesso a janela de minha realidade
E é louca a liberdade
que me entrego a sonhar
Será loucura este idílio,
esta ansiosa procura por antigos afagos?
será loucura esta conduta
que escondo de teus olhos leigos?
será loucura?
Será a lua?
(Marisa Rosa)



Ao poeta de mim

Ah, poeta
Se nossas almas se encontrassem um dia,
antes do sol se por
Parafraseando Florbela: "as horas dos mágicos cansaços"
Não existiria saudade e espaço
pra abrigar tantos desencantos.
E quanto bem eu te faria!
A luz da lua entoaria um canto de amor
de suave poesia, qual a vida de uma flor...
meus beijos seriam o unguento pra sarar a dor que agora sentes
E seríamos um!
Ah, poeta!
meus simples desejos são tecidos com linha de ventos que se perdem.
O tempo é um rio que brinca de correr
E sua fonte sem margem, sem sombra
nunca se esgota
E corre através dos dias
levando embora meus sonhos,
os beijos que imaginei tão doces...
E,na poeira da estrada viram pétalas de saudades
que eu vou recolhendo, guardando e lamentando
as tardes que não mudam.
Tardes sempre tristes,
onde, a dor da solidão resiste,
resiste, resiste...
meu poeta!



Ah,...A paixão!

Porquê deter o imensurável,
se o medo é questão de momento,
E no fim, há sempre um prazer que surpreende!?
Meu desejo, outrora, brisa mansa,
Hoje, tempestades nocivas,
que ervergam palmeiras
Levantam poeira
à orla paciva.
Pra quê deter o dia, se a noite
não mais amedronta,
E ainda, que as feras surjam
Já há muito, as lágrimas
estiaram neste chão de pedras.
É vão tentar conter a furia do
pensamento louco, débil, redundante...
Que não esgota à alma santa e prostituta,
E faz arder e sangrar, esta labuta
que a loucura cede.
Mas se a paixão é mesmo frágil, doente...
Minha morte é certa!
Ah!... E esta ferida que não sara,
este sangue que não estanca o
prazer que me abrasa e consome... Meu melhor prazer!
Então, porquê, deter em mim o imensuravel

Marisa Rosa cabral.!

Chegaste enfim!

...Mas o que é o tempo
pra um poeta que revive o amor a cada instante!?
A paixão pra tomar forma depende de ti.
Tua carne não declina
nem padece as dores que te
consomem a alma lentamente,
E é isto meu poeta, que eu amo.
Tua alma, teu engano...
Que fala ao coração na mesma idade.
Por esta eu ando cantando,
mesmo não crendo, vou te esperando
a cada dia.
Vê que em mim tu suscita a euforia
que não devia,
mas o que fazer,
se tua alma faz a minha
cativa, apaixonada!?

Marisa Rosa


Bom ou mau.

Ah, o amor...
Festeje o amor quando ele chegar,
Porque o amor é bom!
Ainda que provoque dor, o amor é bom.
Ainda que produza lágrimas, o amor é bom.
O amor é bom!
Porque o amor, de tudo que produz,
De bom ou mau,
Eterniza-se na lembrança
E vira saudade...
E saudade, também é fonte inspiração
E um amor bendito ou não,
Cumpre sua profecia
E transforma-se em poesia.
(Marisa Rosa)



Misteriosa poesia!

Visita-me à memória um rítmico íntimo, tão conhecido,
E é assim, que danço ultimamente...
Embalada por uma inspiração suave...
Divago compadecida,
Penso que inspiro um texto inédito,
Mas esbarro com um espelho imenso erguido,
Refletindo mesmas palavras de um poema antigo...
Sabe nada de si, esta menina!
Todo dia nasce o sol, mas não é importante o fato.
Também morre todo dia, e, nada muda por isto.
Há algo maior a ser considerado, eu sinto.
_Existe um mistério oculto que faz sombra a luz de cada dia, mas não sei dizê-lo, traduzi-lo...
Sei, existe! Neste a poesia é fria argila, e, quando se aproxima a alma desvendá-la,
Transforma-se em obra vã, e exausta, à este implora segredo...
Vê, às mãos do oleiro? É a mesma!
Mas é alma do poeta que a descreve simples, com novas porém, repetidas palavras, que a refletem.
E esta é a sombra que flutua ao dia...
A poesia é doce mistério!



Que maldade!
Ah, que estou envelhecendo...
Que maldade agir assim!
Agora, que capto o gosto dos risos, e,
Que passo a entender as coisas, me faltam os sisos...
Por que me deixaste ver, se,
Quando na turva penumbra à janela estreita,
Vislumbrava e, até acreditava fosse todo mísero, belo?
Por que me permitiste ouvir a louca e sedutora melodia,
Se no eco do silencio profundo, é que, imaginava adivinhar
O que pensava existir?
Não me contaste da barganha...
Que quem consegue desvendar da vida seus mistérios,
Perde-a, quando pensa que ganha.

Marisa Rosa.




Tempos de silêncio.

Em tempos de silencio,
Fico aflita.
Perco a fome.
Ando de lá pra cá,
Da cá pra lá...
Que não chego onde!
E só dúvida me consome.
Tomar atitude é assim,
Como respirar pra viver:
Inevitável!
Imprescindível!
Vital!
Morro em tempos destes...
_Silencio é espaço largo e vadio.
Tudo que não presta se atreve.
Pensamentos se confundem.
Novos tormentos chegam.
Antigos fantasmas retornam.
Eu vacilo, mas fico esperto.
Silencio que medito.
marisa Rosa Cabral.



Qual o tempo de uma saudade?

De repente, quando eu não queria,
Teu sorriso invadiu meu pensamento
Esperei resignada pela dor que sei, viria.

Mentiroso o que diz que o pensar é livre!
Sentido voluntário, invocado pela vontade,
E que é insano recordar doida saudade.

Oh, como queria expressar essa vitória
Mas como deletar da mente uma lembrança
Que nasce feito criança no templo da memória?

Tempos idos! Tempos vindos! Tanto faz
Sei que o tempo para a saudade é ineficaz.

É fato, que a felicidade passa por nós a correr,
Mas ninguém sabe nesta vida precisar o tempo
Que dura uma saudade pra morrer.

Marisa Rosa Cabral.



NOVA, EU!!

Vou partir, voar bem alto.
Pousar em terra firme!
Cansei de ser expectadora,
O que quero mesmo, é deixar de atuar neste palco,
Onde ouço os mesmos aplausos pra gestos tão repetidos.
Quero me despir destesFarrapos: idéias antigas, arcaicas que me impuseram
E impediram de voar.
Chega de ponderar minhas loucuras,
Aos olhos que me escravisam como magia proferida!
Antigo livro, o santo rito e o mesmo caldeirãoem que me afogo,
Mas te rogo: Me deixem!
Esta mortalha negra que assusta,
Findar-te ei nesta fogueira de "bastas"
...de lágrimas a meia noite,
medos e fantásmas imaginários
Ah...Hoje sei que o melhor gosto são os risos do meio dia.
Onde vivo vaidosa fantasia,
Os sonhos!
Vou partir desta vida falida.
Quero conquistas sem dores, gemidos sem martítrios.
Gritos, só de gozo e prazer.
Quero tentar viver!
Por isto declaro hoje esta morte em cinzas de papéis antigos,
poesias amareladas, versos pálidos...
Vou me converter da nova chama.
Reviver outra.
A mais verdadeira.
Nova!

marisa Rosa cabral.



A uma senhora poesia.
...Oh! Flor.
Deixe que parta embora
este amor que te devora em partes
em que tu se doa a arte, a poesia.
Este que não contém na alma
A aurora do encantamento...
Há nesta terra cá,
Homens leigos de entender amar,
E este é nosso maior bem:
Dom consagrado de sutileza
em sua essência divina.
_Para uns, há beleza na dor,
Dádiva dos sofredores,
mas em ti é festa!
Pois que o dom de amar,
Alma ícone "Florbella"
Deus só deu aos poetas.

Marisa Rosa cabral.




Uma luz na fresta...
(Marisa Rosa)

Mais forte o sol, venceu a chuva e a
alegria mais profunda derrotou
a mágoa e tristeza que me abatia.

Nos campos verdes de meus olhos
houve o orvalho que a geada deixou
e raiou o dia que a noite escondeu.

Nessa terra molhada que me veste o corpo,
germinou ervas e delas a flor.
A luz se fez como verbo, o faça-se!

No desfazer, se desfez a dor, velou-se,
não escondo o rosto exposto!
Mais me batam, mais aprendo e me torno uma.

E o sol,
o sol que brotou, que nasceu já,
alegra-me o dia.
Alegra-me o estar triste e olhar triste o sol e o dia.
Alegra-me ser.





Poeta meu segredo

Quero ter comigo teu vago sorriso
Guardado na palma de minha mão,
Para que, nas horas de saudades,
Possa aconchegar ao peito
Teus lábios,
Em goles perfeitos,
Beijando meu coração.

Quando encerro os olhos deste céu azul,
Vem-me o tormento.
Amor...
Teu olhar desvanece como sombra ao sol
Sol das manhãs de outonos.
Um padecimento essa distancia
Dos beijos que me consomem.

E na vigília da noite continua
Insônia de amor que
a dor não atenua...
Então, relembro teu sorriso.
Em palmas cerradas, que somente
O gesto me consola.
E teu olhar ainda que vago,
É pra’esta pobre que te ama,
A maior esmola.

Marisa Rosa Cabral cabral.
Publicado no recanto das letras. T:511337


Espero!

Espero o momento perfeito
Pra derramar esse amor que guardo,
Todo esse afeto...
Pra que a vida vibre, como a “bossa” de efeito,
A que fez de "Tom", poeta eleito,
Do mais sábio, o predileto.
Espero...
E presencio na floreira beleza tal,
Em que confundo seu rosto meigo
De cores gentis,
Tão sortidas...
E o detalhes ímpar do sol em cristal
Perolando margaridas.
E se ainda espero...
É por que sou Dom,
o louco dos moinhos!
A atrever-se em sonhos
Tão sozinhos...
Mas se doces, são todos os carinhos
E do outono, a melhor brisa
A felicidade é o vento que canta,
Girando moinho como quem dança
E por ele o amor se agiganta...
te espero tão só,
E esta tristeza que se agita,
E encobre insana esperança...
E finge que sobe, e só levita,
Emoldura nua a paisagem, a vida
Eu e solidão, brisa e sol,
cristal e margaridas...
E eu apenas espero...
Marisa Rosa.





Eu e o Poeta.
(Marisa Rosa)

Folhas secas despencam suavemente
sobre o barro, anunciando que o inverno se aproxima.
A neve calmamente prateia meu negro véu.
Longe, uma videira outrora firme,
já se enverga
tentando beijar a relva que a espera.
Hoje vela por sonhos e segredos de amores em orfandade...
O vento sussura!
Sua voz é rouca de cansaço,
e em quase nada a esperança o alimenta.
São só devaneios as folhas secas, meu amor!
Eis que o tempo está ruindo,
E a primavera não virá, eu sinto.
Também meu vestido outrora estampado, hoje é andrajos!
mas, não tenho medo do vento,
e ainda sem ter esperança,
Faço em minha alma um verão,
E com alegria cortejo esta morte.



ESTRANHA PAIXÃO.

Esse teu estranho modo
de me querer e amar...
Essa tua maneira incompleta
de me querer e chamar.

Que feitiço!
Que fascínio!
Quando me queres não te quero,
Se me tens, já não sou eu...

Essas tuas carícias
que machucam a carne
Esse teus beijos
que me morde a boca,
e sangra o meu desejo...

Que feitiço!
Que fascínio!

Que estranho modo de me amar
e nunca digo não...
Ao feitiço, ao fascínio
desta estranha paixão.

Marisa Rosa


Epílogo de um amor.

Quando o amor....
Quando o amor se abate,
A alma suspira e lamenta,
Os pensamentos
Divagam por medos,
E vergonha
Que nem olhar cabisbaixo
De marido
Pego em flagrante.
Ultrajante!

Quando o amor se abate,
Desce em nós uma fadiga
Um sono que perambula
Outros sonhos e atormenta,
Abre a ferida antiga,
Já pressentida,
Qual prazer e dor
De mulher recém parida
Que geme e mal se agüenta!

Quando um amor se abate,
O palhaço perde a graça,
A fome corre pra praça e
A vida escoa pra longe
Onde toda alegria
Já se esconde.

Marisa Rosa Cabral. 1/06/07.

12 Comentários:

  • Martita, bela escolha: Marisa Rosa!!!
    Parabéns!
    Abçs

    Por Blogger Poesias, às 1 de maio de 2008 17:34  

  • Marta Perez, estou assim, em estado de graça e comovida por teu gesto. Sinto-me além de tudo, orgulhosa por poder constar entre estes eximios talentosos que aqui se exibem... Tudo muito lindo! Não mereço tanto, sou consciente, mas farei o impossível para honrar o teu delicado gesto!
    Grata eternamente!
    Marisa Rosa Cabral.

    Por Blogger *andorinharos@, às 2 de maio de 2008 12:39  

  • Ah, como ´bom ler Marisa Rosa. Em seus escritos vou viajando e retornando a uma infancia cheia de momentos bons, que nos marcaram e conseguiram se perpetuar nos versos dela.
    Com sua poesia, eu, me eternizo nessa vida, deixando ao sabor dos grandes homens, dos sábios, dos genios , o mistério da sensibilidade etérea de suas poesias.
    As poesias de MARISA...

    Por Blogger minhas predileções, às 2 de maio de 2008 17:59  

  • Conheço Marisa Rosa desde os primeiros versos tímidos, tremulos e que hoje me fascinam a destreza e competencia de uma delética própria. É um prazer vê-los tão grandiosos e vaidosos se expondo aqui! bela mulher, Deus abençou tua pena e dela fizeste asas!
    Um grande beijo nesta alma que me encanta!

    Por Blogger luiz carlos, às 2 de maio de 2008 18:23  

  • Foi fácil encontrar a alma de Rosinha neste poema brilhante, que eu particularmente, adoro!
    "...Quando um amor se abate,
    O palhaço perde a graça,
    A fome corre pra praça e
    A vida escoa pra longe,
    Onde toda alegria
    Já se esconde!
    Marisa Rosa, já falei e vou repetir: adoro este teu poetar trazando o sério, com uma comparação jocosa e ao mesmo tempo, efetiva! isto faz toda a diferença! faz sabê-la.
    Obrigado pelo convite e pelo prazer!
    Beijos.

    Por Blogger Brilho do luar, às 2 de maio de 2008 18:44  

  • tive o prazer de ler Marisa Rosa, aqui em Portugal, por um descuido desses que não se entende, ou melhor, que agora estou tendendo a procurar em seus blogs.
    Marisa Rosa é perfeita e clara, substancial e ousada.
    Deleito-me em suas graças.
    Parabéns pela escolha.
    Um brinde à Marisa.
    E um eterno elogio à seu tio, grande poeta e escritor, que tão bem narrou as dificuldades do Nordeste do Brasil em "Morte e vida Severina".
    Está nas veias que corre o sangue do grande escritor.

    Por Blogger minhas predileções, às 7 de maio de 2008 16:36  

  • Querida amiga,fico feliz em poder contribuir com teu sarau,pois na comunidade tenho grandes amigos poetas,sao pessoas maravilhosas.São lindas as poesias q tu escolhestes...Parabens sempre por vc ajudar tb na divulgaçao dos poemas dos nossos amigos poetas.
    Estou em estado de graça,pois todos me encantam sempre,e os q ainda nao conheço tb vai meus parabens....
    bjus Poetisa...morastes em meu coraçao,gostaria de saber poetar p fazer uma poesia a uma alma tao linda qto a tua....bjus

    Por Blogger nolivia, às 26 de maio de 2008 09:14  

  • Agradeço a voce Marta por sempre com carinho postar meus poema no rebate.
    abraços,

    Por Blogger lguns poemas com fundo, às 26 de maio de 2008 12:44  

  • Marta Querida!!

    Que maravilha encontrar aqui meu poema em tão ilustre companhia!
    Você é um anjo sempre levando a poesia à todos os lugares.
    Que Deus te abençoe minha amiga!
    Um grande abraço!

    Por Blogger Lenise, às 26 de maio de 2008 16:23  

  • Marta, parabéns por seu trabalho e obrigada por me inserir em um grupo de poetas de tamanho quilate. Fico muito honrada em integrar tal galeria. Também fiquei deslumbrada com a leitura de alguns poemas e aproveito a oportunidade para parabenizar a todos os seus escolhidos.

    Por Blogger Basilina, às 28 de maio de 2008 16:15  

  • Marta querida poeta amiga!
    Que belo e verdadeiro acervo de talentos com seus poemas, estou encantada por conhecer a tão ilustres poetas e escritores.
    Parabéns por teu exemplar esforço, poebeijos

    Por Blogger berioliveira, às 28 de maio de 2008 16:24  

  • querida marta!
    é um prazer muito grande , com muita emoção que participo de teu Maravilhoso Sarau!
    Obrigada amiga por deixar-me fazer parte do clã maravilhoso que aqui reunes com tão maravilhosos poemas!
    obrigada amiga e um grande beijo na tua alma
    saudações poeticas!

    Por Blogger celina vasques, às 29 de maio de 2008 17:19  

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